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TDAH13 min de leitura

Teste de TDAH online (ASRS): faça e entenda o resultado

Faça o teste de rastreio de TDAH para adultos usado pela OMS (ASRS v1.1), veja a pontuação na hora e entenda o que ela diz e o que não diz. Não é diagnóstico.

Você já fez três testes de TDAH no Instagram esta semana. Um disse que você tem "87% de chance", outro que você é "tipo criativo", o terceiro vendia um curso no fim. Nenhum explicou de onde saíram as perguntas, nem o que a pontuação significa.

Este aqui é diferente num ponto só: é o teste que a Organização Mundial da Saúde usa (as seis perguntas, a regra de pontuação e a tradução oficial para o Brasil), com a explicação honesta do que ele consegue e do que não consegue dizer.

Teste de rastreio · ASRS v1.1

Teste de TDAH para adultos

São 6 perguntas, as mesmas que a Organização Mundial da Saúde usa para rastrear TDAH em adultos. Leva menos de dois minutos. O resultado é uma triagem, não um diagnóstico: só uma avaliação clínica pode dizer se é TDAH.

Responda pensando em como você se sentiu e se comportou nos últimos 6 meses.

The 6-question Adult Self-Report Scale-Version 1.1 (ASRS-V1.1) Screener is a subset of the 18-question Adult ADHD Self-Report Scale-Version 1.1 (Adult ASRS-V1.1) Symptom Checklist. © New York University and the President and Fellows of Harvard College. Tradução para o português do Brasil publicada pela Harvard Medical School. Referência: Kessler RC et al. (2005), Psychological Medicine 35(2):245–256.

O que este teste de TDAH mede

O ASRS v1.1 mede a frequência, nos últimos seis meses, dos seis sintomas que melhor separam adultos com e sem TDAH. Ele não mede inteligência, não mede personalidade e não mede "nível" de TDAH: mede o quanto você se reconhece em comportamentos específicos de desatenção, desorganização e inquietação, e compara com um limiar definido em pesquisa.

A escala completa tem 18 perguntas, uma para cada sintoma do manual diagnóstico. Em 2005, a equipe de Ronald Kessler mostrou que uma versão curta, com seis delas, funcionava melhor que a longa como rastreio: maior sensibilidade (68,7% contra 56,3%) e maior especificidade (99,5% contra 98,3%) numa amostra populacional americana. Essas seis viraram a "Parte A" da escala, e é o que você respondeu acima.

As perguntas cobrem quatro sintomas de desatenção (terminar os detalhes finais, manter as coisas em ordem, lembrar de compromissos, adiar o que exige concentração) e dois de hiperatividade: mexer-se na cadeira e sentir-se "com um motor ligado". Em adultos, os sintomas de hiperatividade raramente aparecem como correr pela sala; aparecem como essa inquietação por dentro, e a escala foi escrita para pegar exatamente isso.

Uma peneira, não uma balança

Um teste de rastreio é uma peneira: serve para separar, numa população grande, quem merece uma avaliação mais cuidadosa de quem provavelmente não precisa dela. Ele é desenhado para quase não deixar passar quem não tem o problema, mas, para isso, aceita deixar escapar uma parte de quem tem. A balança, que pesa cada caso com cuidado, é a consulta. O teste decide se vale ir à balança; não substitui a pesagem.

Como interpretar a pontuação

Existem duas leituras oficiais, e o resultado acima mostra as duas.

Regra do checklist

É a regra impressa no formulário da OMS. Nas três primeiras perguntas, a resposta conta a partir de "algumas vezes"; nas três últimas, a partir de "frequentemente". Quatro ou mais respostas acima do limiar = rastreio positivo: "sintomas altamente compatíveis com TDAH em adultos; uma investigação adicional é justificada".

Soma de 0 a 24

Cada resposta vale de 0 (nunca) a 4 (muito frequentemente), e a soma vai de 0 a 24. O corte é 14. A própria Harvard publicou essa leitura como mais robusta para pesquisa, com faixas: 0–9 negativo, 10–13 negativo próximo do limiar, 14–17 positivo, 18–24 positivo alto. No Brasil, uma validação da UFMG com 180 adultos encontrou, para esse corte, sensibilidade de 83,3% e especificidade de 94,4%.

Quando as duas leituras concordam, o resultado é claro. Quando discordam (três itens no checklist mas 15 pontos na soma, por exemplo), você está na zona cinzenta, que é exatamente o tipo de caso em que a avaliação profissional vale mais, não menos.

68,7%

é a sensibilidade do rastreio: cerca de 1 em 3 adultos com TDAH passa despercebido (Kessler et al., 2005)

99,5%

é a especificidade em amostra populacional: quem não tem, quase sempre dá negativo

14

é o corte na soma de 0 a 24 (Harvard; validação brasileira de Leite, 2011)

≥ 4

itens acima do limiar é a regra oficial do checklist

O que o teste não consegue dizer

Aqui está a parte que os testes de rede social pulam. O ASRS mede frequência de sintomas nos últimos seis meses, e o diagnóstico de TDAH exige coisas que nenhum questionário de seis itens alcança.

Ele não sabe se os sintomas existiam na infância. Pelos critérios atuais, vários sintomas precisam estar presentes antes dos 12 anos. Um adulto que desenvolveu desatenção aos 30, depois de uma depressão ou de anos de sono ruim, pode marcar as mesmas respostas que alguém com TDAH desde sempre.

Ele não mede prejuízo. A escala pergunta "com que frequência"; não pergunta "e isso atrapalha sua vida?". O diagnóstico exige evidência clara de interferência no trabalho, nos estudos ou nos relacionamentos, em dois ou mais contextos.

Ele confunde TDAH com outras coisas. Um estudo de 2021 aplicou o ASRS a amostras da população geral no Reino Unido e nos Estados Unidos: o teste indicou "provável TDAH" em 26% e 17% das pessoas, quando a prevalência esperada era de 2,5%. O valor preditivo positivo estimado ficou em torno de 11,5%, ou seja, nessas amostras, a maioria dos positivos não tinha TDAH. A conclusão dos autores: a escala captura impulsividade e desatenção de várias origens, não só do TDAH.

Por que seis perguntas e não dezoito

Dois motivos, e os dois são honestos.

O primeiro é científico: como vimos, a versão de seis itens funciona melhor como rastreio que a de dezoito. As doze perguntas restantes (Parte B) servem, no consultório, como pistas adicionais, e o próprio formulário da OMS diz que "nenhuma pontuação total ou probabilidade diagnóstica é utilizada" para elas.

O segundo é de licença: a OMS, a Universidade de Nova York e Harvard liberam o uso do rastreio de seis itens, inclusive em versão eletrônica, desde que o texto, as opções e a regra de pontuação não sejam alterados e o aviso de copyright apareça. A escala completa exige licença. Por isso você viu as perguntas com a grafia original da tradução oficial ("frequência", de antes da reforma ortográfica): alterar uma palavra que fosse tiraria do teste a validade que ele tem.

ASRS, ETDAH-AD, BAARS-IV e DIVA-5: qual a diferença

Quem pesquisa "escala de TDAH adulto" esbarra em outros nomes além do ASRS. Eles não são versões melhores ou piores do mesmo teste: cada um responde uma pergunta diferente, em um momento diferente da avaliação. O ASRS pergunta "vale investigar?"; os outros três já fazem parte da investigação.

ETDAH-AD: a escala brasileira mais extensa

A ETDAH-AD (Escala de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, versão para Adolescentes e Adultos) foi criada no Brasil pela psicóloga Edyleine Benczik e publicada pela Vetor Editora em 2013. São 69 itens de autorrelato, para pessoas de 12 a 87 anos, agrupados em cinco fatores:

  • Desatenção
  • Impulsividade
  • Aspectos emocionais
  • Autorregulação da atenção, da motivação e da ação
  • Hiperatividade

Dois pontos a separam do ASRS. O primeiro é a abrangência: além dos sintomas clássicos, ela mede o lado emocional e a dificuldade de se colocar em movimento, que muitos adultos com TDAH descrevem como o pior da história. O segundo é a norma: o resultado é comparado com tabelas de brasileiros da mesma escolaridade, e não com um corte único. A escala vem de um estudo de 2010 com 642 estudantes de 12 a 68 anos, em que a versão de pesquisa, com 65 itens, teve consistência interna de 0,95.

BAARS-IV: hoje, na infância e pelo olhar de outra pessoa

A BAARS-IV (Barkley Adult ADHD Rating Scale-IV) foi publicada em 2011 pelo psicólogo americano Russell Barkley, para adultos de 18 a 89 anos. A diferença está em quem responde e sobre qual época: há formulários para você relatar os sintomas atuais e os da infância, e versões equivalentes para outra pessoa que te conhece bem (cônjuge, pai, mãe, irmão) responder sobre você. Inclui ainda itens de "tempo cognitivo lento" (lentidão, devaneio, névoa mental) e uma versão rápida de rastreio.

Isso ataca exatamente duas lacunas do ASRS: a falta de história na infância e a dependência total da sua própria percepção.

DIVA-5: uma entrevista, não um questionário

A DIVA-5 (Diagnostic Interview for ADHD in Adults) foi desenvolvida na Holanda por Sandra Kooij e colegas e atualizada para o DSM-5 em 2019. Ela não é preenchida por você: é uma entrevista estruturada conduzida por um clínico, que leva em média 90 minutos. O profissional percorre os 18 critérios do DSM-5 duas vezes (na infância e na vida adulta), com exemplos concretos para cada um, e depois avalia o prejuízo em cinco áreas: estudos, trabalho, relações sociais, lazer e família ou relacionamento. Parceiros e familiares são convidados a participar, principalmente para lembrar como você era quando criança.

Na prática, é a forma mais próxima de transformar o diagnóstico clínico num roteiro padronizado.

ASRS v1.1 (Parte A)ETDAH-ADBAARS-IVDIVA-5
FormatoAutorrelato, 6 perguntasAutorrelato, 69 itensAutorrelato e relato de outra pessoaEntrevista com um clínico
OrigemOMS, Harvard e NYU (2005)Brasil, Vetor Editora (2013)EUA, Russell Barkley (2011)Holanda, Kooij e colegas (2019)
Quem respondeVocêVocêVocê e alguém próximoVocê e familiares, guiados pelo clínico
Pergunta sobre a infânciaNãoNão é o focoSim, em formulário próprioSim, critério a critério
IdadeAdultos12 a 87 anos18 a 89 anosAdultos
AcessoGratuito, pode ser feito onlineKit comprado pelo profissionalFormulários vendidos ao profissionalAplicada pelo profissional
PapelRastreioApoio à avaliaçãoApoio à avaliaçãoEstrutura o diagnóstico

Por que este teste usa o ASRS e não a ETDAH-AD

Porque a ETDAH-AD não pode ser feita online de forma honesta. Ela é vendida em kit para profissionais (psicólogos, médicos e outros da saúde mental), e o resultado só existe depois de comparar suas respostas com as tabelas normativas do manual. Copiar os 69 itens para uma página violaria os direitos da editora e, sem as normas, a pontuação seria um número sem leitura. O ASRS, ao contrário, foi liberado pela OMS para uso eletrônico justamente para servir de primeiro passo.

Se o profissional que te avaliar pedir a ETDAH-AD, a BAARS-IV ou a DIVA-5, é sinal de uma avaliação cuidadosa, não de que o rastreio estava errado.

Teste de TDAH em crianças

Não existe autoteste para crianças, e desconfie de qualquer um que se apresente assim. O diagnóstico infantil depende de observar a criança em mais de um ambiente, e as escalas (a mais usada no Brasil é o SNAP-IV, validado em português em 2006) são respondidas por pais e professores, não pela criança.

Se você é pai ou mãe e reconhece sinais, o caminho é outro: converse com a escola, anote o que observa em casa (com exemplos e frequência) e procure o pediatra ou o neuropediatra. Desde 2021, a Lei 14.254 garante aos estudantes com TDAH identificação precoce e acompanhamento na rede de ensino. A lista completa de sintomas por idade está em sintomas de TDAH por tipo e idade.

O que fazer com o resultado

  1. Guarde a pontuação, as duas leituras. Anote ou tire print. Levar o resultado encurta a primeira conversa com o profissional, porque ele sabe exatamente o que a escala mede.
  2. Some contexto que o teste não pergunta. Como era na escola? Alguém (pais, professores, parceiro) comenta sobre sua desatenção ou impulsividade? O que isso já custou: prazos, dinheiro, relacionamentos? Sono, ansiedade, humor?
  3. Procure a pessoa certa. Psiquiatra ou neurologista para o diagnóstico; psicólogo ou neuropsicólogo para a avaliação. Se o acesso é pelo SUS, comece pela unidade básica e peça encaminhamento.
  4. Não espere a consulta para se organizar. Estrutura externa (lembretes no momento certo, listas visíveis, tarefas pequenas) ajuda qualquer cérebro cansado, com ou sem diagnóstico. É o que as diretrizes recomendam antes de qualquer remédio.
  5. Se deu negativo e o incômodo é real, vá mesmo assim. O teste perde um terço dos casos. O que define a necessidade de ajuda é o prejuízo, não a pontuação.

Como é o diagnóstico de verdade

O que acontece no consultório é uma entrevista longa, frequentemente mais de uma, sobre os sintomas atuais, a história desde a infância, o desempenho na escola e no trabalho, os relacionamentos, o sono, o uso de substâncias e outras condições. Escalas como o ASRS entram como apoio. Exames só são pedidos para investigar outras causas; nenhum confirma TDAH.

Em adultos, a Associação Americana de Psiquiatria lembra que a precisão do diagnóstico é "frequentemente complicada" pela presença de outras condições (até 70% dos adultos com TDAH têm problemas de sono, por exemplo), e por isso a avaliação completa inclui revisar "a presença e a ausência" de outros transtornos. Um bom avaliador gasta tanto tempo descartando quanto confirmando. O processo inteiro está descrito em o que é TDAH, e os sinais específicos da vida adulta em sintomas de TDAH em adultos.

O problema que sobra

Se você deu positivo, vai sair daqui com uma lista do que fazer: marcar a consulta, anotar o histórico, organizar a rotina. E provavelmente reconhece a ironia: a dificuldade de lembrar de compromissos e de terminar o que começou é justamente o que acabou de ser medido. A lista existe; o que falta é alguém que a traga de volta na hora certa.

Foi isso que me fez construir o ASB. A Sofia, a assistente, vive no WhatsApp: você manda "marcar psiquiatra" num áudio, ela transforma em tarefa com prazo, e na hora combinada ela chama e insiste, no nível que você escolher, até a consulta estar marcada. Não é tratamento. É a estrutura externa que toda diretriz recomenda, só que uma que não depende de você lembrar de abrir um app.

Conheça o ASB

Um lembrete que não desiste de você

Notificação some. A Sofia insiste: ela chama, espera, chama de novo, no nível de insistência que você escolher, até a tarefa estar feita ou você responder.

  • Três níveis: suave, normal ou insistente.
  • Se não conseguir falar com você, ela pergunta se está tudo bem.
  • Recorrência real: a tarefa volta sozinha no próximo prazo.
Testar os lembretesVocê escolhe o nível por tarefa.

Perguntas frequentes

Teste de TDAH online é confiável?

Depende do teste. O ASRS v1.1 é um instrumento validado, criado pela OMS com pesquisadores de Harvard e da NYU, e serve para rastreio: ele acerta quem não tem (especificidade de 99,5% em amostra populacional) melhor do que acha quem tem (sensibilidade de 68,7%). Testes sem fonte, sem regra de pontuação e sem autor não valem nada.

Quantos pontos no ASRS indicam TDAH?

Pela regra oficial, 4 ou mais respostas acima do limiar nos 6 itens da Parte A indicam sintomas altamente compatíveis com TDAH em adultos. Pela soma de 0 a 24 (cada resposta vale de 0 a 4), o corte é 14. Nenhum dos dois é diagnóstico: é o sinal para procurar avaliação.

Existe exame para TDAH?

Não. Nenhum exame de sangue, de imagem ou teste de computador confirma ou descarta TDAH. O diagnóstico é clínico, feito por entrevista detalhada que cobre a história desde a infância, o prejuízo em mais de um contexto e outras condições que explicariam os sintomas.

Qual médico faz o diagnóstico de TDAH?

Psiquiatra ou neurologista em adultos; neuropediatra ou psiquiatra infantil em crianças. Psicólogos e neuropsicólogos fazem avaliação e aplicam escalas que fundamentam o diagnóstico, e muitas vezes são a porta de entrada.

Dei positivo no teste. Tenho TDAH?

Não necessariamente. Em amostras da população geral, o ASRS aponta "provável TDAH" em 17% a 26% das pessoas, quando a prevalência real é de cerca de 2,5%: ansiedade, depressão, sono ruim e impulsividade de outras causas produzem respostas parecidas. O positivo significa que vale investigar, não que está confirmado.

Dei negativo no teste. Posso ter TDAH mesmo assim?

Pode. O rastreio deixa passar cerca de 1 em cada 3 adultos com TDAH. Se dificuldades de atenção, organização e impulsividade são antigas, persistentes e atrapalham sua vida, isso é motivo suficiente para conversar com um profissional, independentemente da pontuação.

O que é a ETDAH-AD?

É a Escala de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, versão para Adolescentes e Adultos, criada no Brasil por Edyleine Benczik e publicada pela Vetor Editora em 2013. Tem 69 itens, avalia cinco fatores (desatenção, impulsividade, aspectos emocionais, autorregulação da atenção, da motivação e da ação, e hiperatividade), vale dos 12 aos 87 anos e tem normas brasileiras por escolaridade. É um instrumento comprado e aplicado por profissionais, como apoio à avaliação.

Posso fazer a ETDAH-AD online?

Não de forma legítima. A escala é vendida em kit para profissionais, e a pontuação depende das tabelas normativas do manual. Uma página que reproduz os 69 itens sem o manual não tem como transformar as respostas num resultado interpretável. Se o profissional que te avalia pedir a ETDAH-AD, ela será aplicada e corrigida por ele.

Qual a diferença entre ASRS, ETDAH-AD, BAARS-IV e DIVA-5?

O ASRS é um rastreio curto e gratuito da OMS, que responde se vale investigar. A ETDAH-AD é uma escala brasileira extensa, com 69 itens e normas nacionais, usada na avaliação. A BAARS-IV, de Russell Barkley, pergunta sobre sintomas atuais e da infância e inclui um formulário para outra pessoa responder sobre você. A DIVA-5 não é questionário: é uma entrevista estruturada, feita por um clínico, que percorre os 18 critérios do DSM-5 na infância e na vida adulta.

Existe teste de TDAH para crianças?

Não existe autoteste. Em crianças, as escalas (como o SNAP-IV) são respondidas por pais e professores, porque o diagnóstico depende de observar a criança em mais de um ambiente. Se a escola ou você percebem sinais, o caminho é o pediatra ou neuropediatra.

Fontes

Sobre o autor

Matheus Valadares

Fundador do ASB

Desenvolvedor e fundador do ASB. Construiu a Sofia depois de perceber que o problema nunca foi falta de aplicativo de tarefas: era ter que lembrar de abrir um.

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